Filmes Infantis, Gosto Musical Solitário, Teatro, Arte Livre, Olhos Escuros, Apenas Amem.
Minha devoção não alcança a religião, ela não se entrega a ídolos, cantores ou estátuas, e há algum tempo em que, perceber isso, ao meu ver, é uma simples questão de respeitar o que sinto.
Minha devoção, alcança a vida própria, se entrega a quem sente que deve pertencer, cabe a mim respeitar, ou talvez, negar. Tolice eu diria.
 De qualquer modo, penso que as vezes precisamos disseminar coisas das quais nos orgulhamos, mas acabamos por guardar, já que tenho esse espaço, sinto a obrigação de construir uma homenagem colocando no topo das honrarias quem construiu a base de onde fui formado, e onde existo, alguém que doou-se de forma a construir uma família forte, que é capaz de colocar cinco filhos e dez netos acima de seu orgulho, estima, vaidade e até mesmo suas necessidades. 
O ser que construiu a imagem de mulher suplantadora sem conhecer seus antecedentes, e por isso, dona de sua própria atitude sem a influência histórica, tomou a dianteira sobre coisas que só ela conhece e que provavelmente eu nunca saberei.
 A mulher que admito por tantos meios, motivos e justificativas que me julgo incapaz de organizar em minha mente os tais argumentos para tanta admiração.
Só sei que todos os dias, na presença dessa moçoila, o desejo de que seja eterno, ou pelo menos, que não seja o último, é incontestavelmente desconfortável.
Eu amo você, Vó, daria minha vida por você embora eu saiba que você não permitiria que eu o fizesse, seu instinto me prova que algumas pessoas são naturalmente boas, e que é possível encontrar quem valha a pena.

Minha devoção não alcança a religião, ela não se entrega a ídolos, cantores ou estátuas, e há algum tempo em que, perceber isso, ao meu ver, é uma simples questão de respeitar o que sinto.
Minha devoção, alcança a vida própria, se entrega a quem sente que deve pertencer, cabe a mim respeitar, ou talvez, negar. Tolice eu diria.
De qualquer modo, penso que as vezes precisamos disseminar coisas das quais nos orgulhamos, mas acabamos por guardar, já que tenho esse espaço, sinto a obrigação de construir uma homenagem colocando no topo das honrarias quem construiu a base de onde fui formado, e onde existo, alguém que doou-se de forma a construir uma família forte, que é capaz de colocar cinco filhos e dez netos acima de seu orgulho, estima, vaidade e até mesmo suas necessidades.
O ser que construiu a imagem de mulher suplantadora sem conhecer seus antecedentes, e por isso, dona de sua própria atitude sem a influência histórica, tomou a dianteira sobre coisas que só ela conhece e que provavelmente eu nunca saberei.
A mulher que admito por tantos meios, motivos e justificativas que me julgo incapaz de organizar em minha mente os tais argumentos para tanta admiração.
Só sei que todos os dias, na presença dessa moçoila, o desejo de que seja eterno, ou pelo menos, que não seja o último, é incontestavelmente desconfortável.
Eu amo você, Vó, daria minha vida por você embora eu saiba que você não permitiria que eu o fizesse, seu instinto me prova que algumas pessoas são naturalmente boas, e que é possível encontrar quem valha a pena.

A inspiração dos tristes é transcrita de várias formas, longe da vida real, e torna verdade nos papéis e telas, o que só é verídico no coração.
A inspiração dos alegres é vivida, celebrada, compartilhada, orgulhada, serve de inspiração aos outros, ela tem que ser demonstrada para não escapar em lágrimas de boas emoções, a alegria tem que ser aproveitada, afinal, qual o sentido em conter o combustível, que torna o existir algo saudável e prazeroso.

Por isso, conforme-se, o melancólicos encontrou um jeito de falar, aquilo que sentiu que nunca ninguém quererá ouvir, poderá ajudar, valorizar, ou simplesmente, se importar.